segunda-feira, 13 de fevereiro de 2012

Adele


Antes de qualquer coisa o blog Dica Sonora tem como intuito dar dicas de: "bom som para você conhecer ou relembrar". Com certeza você já ouviu falar de Adele. Com certeza você já escutou a canção "Rolling in the Deep". Com certeza não seria necessária essa dica. Este post pode ser o mais inútil já apresentado no blog, afinal de contas, não traz novidade alguma. Mas nunca é demais relembrar algo de qualidade.

Nascida na Inglaterra em 1988, Adele conquistou o mundo com sua voz potente, ignorando o ideal estético de beleza das cantoras Pop. Com uma carreira ainda em crescimento, ela se destaca pela sua excelente voz e ótimas composições, interpretadas com um sentimento que apenas ela consegue passar.

"21", segundo disco de sua carreira, quebrou recordes e conquistou o respeito da maior indústria musical do mundo. A invasão da inglesa no território norte-americano foi tão grande que desbancou Lady Gaga do topo das principais listas da indústria fotográfica. E neste último domingo, na maior premiação da indústria musical mundial Adele conquistou as seis categorias em que foi indicada para o Grammy Awards 2012, em Los Angeles, USA.

Este post, mais que uma dica de boa música, é uma homenagem a essa grande artista que quebrou paradigmas. Em um momento onde a música Pop tem valorizado cada vez a estética feminina da sensualidade e do corpo torneado, muitas vezes apelativa, Adele consegue fazer sucesso mostrando que a qualidade musical ainda é o fator mais importante.

Seguem os prêmios conquistados por Adele no Grammy Awards 2012:

Gravação do Ano
"Rolling in the Deep"

Álbum do Ano

"21"

Música do Ano
"Rolling in the Deep"

Performace Solo
"Someone Like You"

Álbum Pop
"21"

Melhor Vídeo Musical
"Rolling in the Deep"

Origem: Enfield, Inglaterra
Genero: Pop, Soul
Ano ativo: 2006 - atuante
Gravadora: XL Recordings / Columbia Records

Fonte: Wikipedia

Site oficial: www.adele.tv

terça-feira, 24 de janeiro de 2012

Mumford & Sons


Muitas bandas tem aparecido no cenário Pop com novas propostas musicais. A Mumford & Sons, igual a várias outras, faz um som diferente. Mas o legal é que eles fazem com muito bom gosto e grande qualidade artística, e uma certa irreverência. Baseando-se fortemente, tanto na sonoridade quanto na forma de se vestir, no Bluegrass dos anos 40.

Formada em 2007, veio com uma onda surgida na Inglaterra chamada de "cena folk do oeste de Londres". Seu primeiro LP "Love Your Ground" foi lançado em 2009, dando início a uma turnê pelo Reino Unido que resultou no disco Sigh No More que entrou na segunda posição da UK Album Chart e nos Estados Unidos esteve na lista Billboard 200.

Em 2010 concorreu a dois Gremmys. Um para melhor artista revelação e outro para melhor música de Rock com a canção "Little Lion Man". No ano seguinte conquistou no ARIA Music Awards o prêmio na categoria de Artista Internacional Mais Popular de 2010.

Em 2011 a conquista foi de Melhor Álbum Britânico pala Brit Award.

No Brasil apenas a música "Little Lion Man" teve presença em alguns canais televisivos especializados em música, sem muita repercussão.

Então fica a dica para conhecer melhor o som dessa banda.

Origem: Londres, Inglaterra
Genero: Folk Rock, Bluegrass
Ano ativo: 2007 - atuante
Gravadora: Island Records

Fonte: Wikipedia

Site oficial: www.mumfordandsons.com


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sexta-feira, 25 de novembro de 2011

Superheavy


"Superheavy" é uma banda com um super peso artístico.

Com o clipe da música "Miracle Worker", uma bela balada reggae pop - lançado na internet cerca de um mês antes do lançamento mundial do primeiro disco -, a banda lançou seu primeiro álbum no dia 20 de setembro de 2011. O time é formado pela fabulosa loira com voz de negra Joss Stone; Mick Jagger, que dispensa apresentações; pelo compositor e produtor ex-Eurythmics David A. Stewart; o indiano A. R. Rahman, criador da trilha sonora do premiado filme "Quem Quer Ser um Milionário?"; completa a banda um dos tantos filhos de Bob Marley, Damian Marley, vencedor de três prêmios Grammy.

Seria um disco de Word Music? O que esperar dessa mistura?

O aperitivo "Miracle Worker" é um bom começo para saborear esse disco. Um dos melhores CDs que escutei do início ao fim com grande admiração nos últimos tempos.

Ok. Não vou ficar demonstrando toda minha admiração por esse trabalho maravilhoso... Deixarei que tirem suas próprias conclusões.

Pensei em descrever cada música sob meu ponto de vista. Mas não farei isso. Afinal de contas, este blog é para dar a dica.

Então, fica a dica. E um breve resumo: experimentalismo e uma bela viagem através de mundos musicais diferentes, de muito bom gosto.

Origem: Los Angeles, Estados Unidos
Genero: rock, reggae, soul
Ano ativo: 2011 - atuante
Gravadora: Universal Music Group

Fonte: Wikipedia

Site oficial: www.superheavy.com


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quarta-feira, 21 de setembro de 2011

R.E.M. - R.I.P.



Hoje, 21 de setembro, apesar de ser aniversário do nosso colaborador Roberto Coutinho e, portanto, motivo de comemoração, é um dia triste na história da música. Foi anunciado no início da tarde o encerramento das atividades da banda americana R.E.M.

Desde seu primeiro show, em 5 de abril de 1980, o R.E.M. traz ao menos um traço marcante e imediatamente reconhecível no som: a voz de Michael Stipe. Somado a isso, o som das Rickenbackers de Peter Buck, e do baixo, backing vocals e piano de Mike Mills, moldaram a estética do grupo nascido em Athens, Georgia.

O R.E.M. foi uma das primeiras bandas de rock alternativo a sair do underground e fazer sucesso em larga escala. O primeiro grande sucesso deles foi "The One I Love", de 1987. Eles também encabeçaram um movimento chamado "college rock", denominado assim por causa do apoio recebido pelas rádios estudantis no início da carreira.

A banda decidiu parar logo depois de lançar um ótimo disco: "Collapse Into Now", recheado de canções que vão do folk aos rocks acelerados similares ao do disco anterior, "Accelerate" - este, com uma pequena curiosidade: tão "acelerado", como sugere o título, que não chega aos 35 minutos de duração. Neste último álbum de inéditas, o R.E.M. também provou que não é bom só na área musical. A banda lançou clipes de todas as faixas do disco, sendo a maioria deles belíssimos trabalhos audiovisuais (confira "It Happened Today", "Oh My Heart", "Überlin" e "Discoverer").

Ao menos, o trio termina em alta, com a criatividade à toda, sem um histórico de brigas bestas e egocentrismo, e, mais importante que isso, com um belo currículo. Ouça: "Drive", "Everybody Hurts", "It's the end of the world as we know it" - possivelmente a música mais difícil de cantar DA HISTÓRIA - e "Living Well is the Best Revenge". Não vou indicar "Losing My Religion" e "Shiny Happy People", por questões óbvias.

sexta-feira, 9 de setembro de 2011

Músicas para fazer sexo


A pedidos, pelo fato da última terça-feira, dia seis de setembro, ou melhor, 6/9, ter sido comemorado o Dia do Sexo, o Dica Sonora entra na onda e dá a dica: use camisinha. Não custa lembrar. Mas dica aqui é musical.

Música e sexo tem muito em comum. São duas coisas proporcionadas, apreciadas e necessárias pelo e para o ser humano. Que garante prazer e satisfação. Faz bem pro corpo e mente.

Muitas características são relevantes para a escolha da música perfeita para o sexo. Seja pela letra, em um momento mais romântico, com troca de olhares e sorrisos apaixonados durante o ato. Seja pela batida que impulsiona o momento. Ou pela voz do cantor, ou cantora, que algumas vezes cria a sensação de estar no pé do ouvido cantando provocantemente só para o casal.

Partindo do princípio de que sexo é um momento de muita intimidade, de troca e de soma, a música serve como um incentivo sedutor, podendo apenas ser trilha sonora criando um clima, ou pode marcar aquele momento, assim como um bom perfume.

A escolha da música perfeita tem que ser feita de acordo com o gosto do casal. Kenny G para uns pode soar brega, música clichê de comercial de tele sexo, e talvez “broxante” para o ato sexual. Para outros o som do saxofone pode provocar diferentes sentimentos e sentidos, aumentando o prazer.

Cuidado na escolha da música. Se não conhece tanto assim os gostos musicais da parceira, ou do parceiro, não radicaliza na trilha sonora. Por algum motivo aquelas músicas mais apreciadas na hora da transa são as músicas mais apreciadas na hora da transa.

Assim como tamanho não é documento. Volume do som também não é documento. Se quer fazer aquele clima mais intimista, jogo de sedução, modere no volume da música. É bastante interessante escutar aquele estralo do beijo, aquela respiração mais ofegante. Se a proposta é algo mais carnal um gás no volume é interessante.

Assim como as pessoas costumam cantar no chuveiro sem ter vergonha devido ao barulho da água caindo, dando uma sensação de conforto, que ninguém está escutando. Uma música mais intensa e um volume de som mais alto pode dar mais conforto e liberdade para gritos e gemidos e até declarações de amor espontâneas. Claro que sempre respeitando os vizinhos. Pois a alegria de uns pode ser a tristeza de outros.

Enfim. Pelo nome do blog compreende-se que a intenção é dar a dica musical sem muita “ladaínha”. Mas convenhamos, para abordar esse assunto preliminares são excenciais.

Então agora sim vamos a algumas dicas sonoras que são muito bem vindas na hora do sexo. Uma seleção com vinte músicas comentadas para serem não apenas ouvidas, mas sentidas naquele momento.

Alanis Morissette - Head Over Feet (Unplugged)
Essa versão gravada para o disco MTV Unplugged tem um clima bastante envolvente.

Eric Clapton - Change the World

Uma canção com diversos detalhes instrumentais que somados a suavidade e muita dinâmica na voz de Eric Clapton, com um arranjo vocal bem elaborado no refrão, provoca um clima bem interessante na hora do sexo.

Bryan Adams - Heaven
A voz de Bryam Adams com aquele “reverb” característico de vocal dos anos oitenta, sons  de teclado ao fundo e uma guitarra entrando na hora certa, cria um clima bastante envolvente e romântico.

Colbie Caillat - Oxygen
Ótima para o verão. Podendo ser muito bem vinda para aquele momento inspirador depois de um belo banho de mar ou de piscina. Ou mesmo para deixar tocando enquanto toma aquele banho de chuveiro bem acompanhado.

James Blunt - You're Beautiful
Música que quando foi lançada o público feminino se derretia. Uma boa dica para fazer do sexo aquele momento especial e marcante.

Marvin Gaye - Sexual Healing
Essa dispensa comentários. Uma escolha certeira.

Barry White - Just The Way You Are
A voz de Barry White já é algo muito inspirador para o momento do sexo. Essa música para alguns mais jovens pode soar como antiquada. Mas vale a pena fazer o teste. A dinâmica dita o ritmo da transa. É apenas deixar rolar.

Norah Jones - Turn Me On
Assim como Berry White a voz de Norah Jones envolve. Com um sex appeal ao cantar, Norah faz  dessa canção, em especial, ótima para aquela transa romântica.

Guns N' Roses - November Rain
Um clássico dos anos noventa. Ótima para transar em um dia de chuva. Janela aberta apenas com uma suave cortina clara, meia luz e sentindo aquele ventinho da água caindo lá fora.

John Mayer - Your Body Is A Wonderland
Esse é o queridinho do momento. Qual a guria que resiste a voz suave e belos arranjos musical das músicas de John Mayer? Essa música em especial é aquela “cartada” certeira.

Bom. Essa é a dica. E para complementar, um bom vinho sempre cai bem. Mulher costuma gostar de vinho tinto suave, ou um belo espumante. Não precisa ser uma bebida cara, mas que seja escolhida, assim como a música, com bom gosto. Uma canção não precisa ter tantas notas, mas sim um bom arranjo.

terça-feira, 23 de agosto de 2011

John Butler Trio


Não são apenas cangurus que provem da grande ilha australiana. Muita música boa é feita na terra dos aborígenes.
Uma banda que se destaca pela excelente qualidade individual dos seus integrantes, muito bem estruturada como trio liderado pelo produtor e sócio fundador da gravadora Jarrah Records John Butler, é a John Butler Trio.
Formada em 1998 na cidade de Fremantle por Jason McGrann na bateria, Gavin Shoesmith no baixo e John Butler na guitarra e voz, a banda gravou em seu primeiro ano de existência o disco de estreia, intitulado John Butler.
Com cinco discos de estúdio e três ao vivo o trio estará essa semana fazendo uma série de três shows em território brasileiro. Dia 25 de agosto como uma das atrações do Açaí Festival, que acontece em Porto Alegre, no dia seguinte no Rio de Janeiro e dia 27 em Belo Horizonte.
Origem: Fremantle, Austrália
Genero: rock alternativo, bluegrass, blues rock, funk rock, jam band, roots rock
Ano ativo: 1998 - atuante
Gravadora: Jarrah Records e ATO Records
Fonte: Wikipedia
Site oficial: www.johnbutlertrio.com
Você pode assistir alguns vídeos dessa e outras bandas apresentadas aqui no Canal Oficial Dica Sonora no YouTube e acompanhar no Facebook, Orkut e Twitter adicionando e seguindo.
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quinta-feira, 11 de agosto de 2011

Finger Eleven


Esses dias coloquei um clipe dessa banda no Facebook. Enquanto uns achavam que ninguém mais conhecia a banda, outros não gostaram da "fórumla pronta". Alguns ainda reclamaram que a banda era boa, mas se estragou. Dada a polêmica, resolvi escrever sobre eles aqui no Dica Sonora.

Finger Eleven é uma banda canadense, proveniente de Burlington, próxima a Toronto. O quinteto é formado por Scott Anderson (vocal), James Black (guitarra, vocais), Rick Jackett (guitarra), Sean Anderson (baixo) e Rich Beddoe (bateria e percurssão). Iniciaram seus trabalhos em 1989 com o nome de Rainbow Butt Monkeys. O grunge agressivo e sujo desta primeira fase foi abandonado com a mudança de nome em meados de 1997. A partir daí a banda começou a "polir as arestas" do seu trabalho, vertendo para o caminho do pós-grunge com forte apelo radiofônico.

O álbum de estréia, Letters from Chutney, foi lançado em 1995 ainda como Rainbow Butt Monkeys. Mas eles entraram no mainstream só em 2003 com o single One Thing, do álbum Finger Eleven, chegando em 6º lugar nos EUA e sendo veiculado em algumas séries de TV, como Smallville. Alcançaram o primeiro lugar nas paradas de rock norte-americanas em 2007 com Paralyzer e seu riff grudento. Esta música tem um clipe muito bacana, com executivos saídos de uma propagando de desodorante dançando Thriller. Em 2010 foi lançado o sexto disco Life Turns Electric, já mostrando uma forte influência do pop/rock canadense no estilo Bryan Adams, bem diferente dos trabalhos iniciais.

Finger Eleven, ou Rainbow Butt Monkeys é uma boa pedida para quem curte do grunge barulhento até o pop/rock bem produzido. Basta escolher o disco!


Origem:
Burlington, Canadá
Genero:
grunge, pós-grunge, pop/rock
Ano ativo:
1998-atuante
Selo: WindUp

Fonte: wikipedia.org, imdb.com, amazon.com


Site oficial:
www.fingereleven.com